Técnico Oswaldo Cruz
 

O pioneirismo da Escola Técnica Oswaldo Cruz no Ensino Técnico.

A tradição da Oswaldo Cruz no ensino técnico é iniciada em 1956, quando o Colégio Oswaldo Cruz criou o primeiro curso Técnico de Química de toda a América Latina. A escola detectou que as indústrias químicas começavam a se instalar no país, mas não existia mão–de–obra de profissionais qualificados para suprir suas necessidades.

A primeira turma contou com cerca de 60 alunos, mas, com a instalação das indústrias químicas no Brasil, especialmente em São Paulo, a procura por vagas aumentou, chegando a possuir três mil matriculados. Na década de 1960, o crescimento da demanda de profissionais especializados fez com que o curso fosse responsável por 60% das matrículas de todos os cursos técnicos do país.

A primeira turma contou com cerca de 60 alunos, mas, com a instalação das indústrias químicas no Brasil, especialmente em São Paulo, a procura por vagas aumentou, chegando a possuir três mil matriculados. Na década de 1960, o crescimento da demanda de profissionais especializados fez com que o curso fosse responsável por 60% das matrículas de todos os cursos técnicos do país.

Atualmente, a Escola Técnica Oswaldo Cruz oferece cursos ministrados no período noturno envolvendo Edificações, Eletrônica e Química. Com a duração de três semestres e com o direito de obter o registro nos devidos Conselhos Regionais, os cursos técnicos da Oswaldo Cruz tornam–se um atrativo para os estudantes por ingressarem com mais agilidade no mercado de trabalho, gerando economia de tempo e dinheiro.

Mapa do Trabalho Industrial 2017-2020 apresenta profissões e setores em alta nos próximos anos e estima que será necessário formar 1,8 milhão de técnicos e 3,3 milhões com média qualificação.

Segundo os dados da pesquisa Mapa do Trabalho Industrial 2017-2020 elaborada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, o Brasil terá de qualificar 13 milhões de trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico e de qualificação entre 2017 e 2020. As áreas que mais vão demandar formação profissional serão Construção (3,8 milhões), Meio Ambiente e Produção (2,4 milhões), Metalmecânica (1,7 milhão), Alimentos (1,2 milhão), Vestuário e Calçados (974.592), Tecnologias da Informação e Comunicação (611.241), Energia (661.619), Veículos (435.742), Petroquímica e Química (327.629), Madeira e Móveis (258.570), entre outros. Esses profissionais poderão trabalhar em vários setores, além da indústria.

 

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