Curso de Engenharia Química recebe nota 4 na avaliação do MEC
Foto: Douglas Salles
Curso de Engenharia Química recebe nota 4 na avaliação do MEC

O curso de Engenharia Química das Faculdades Oswaldo Cruz recebeu o conceito 4, em escala que varia de 01 a 05, na avaliação do Ministério da Educação (MEC) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). A avaliação para a renovação do reconhecimento foi conduzida por uma comissão do MEC, realizada presencialmente nas instalações da instituição de ensino nos dias 16 e 17 de outubro.

“Recebemos essa avaliação com imensa alegria, pois trata–se um reconhecimento imparcial de um trabalho realizado há quase 50 anos”, aponta a coordenadora do curso de Engenharia Química, Profa. Ms. Leila Cristina Magalhães.

A avaliação faz parte do processo do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e da regulação dos cursos de graduação no país, que visa garantir a qualidade do ensino oferecido pelas instituições de ensino superior; melhorar a qualidade da educação superior e orientar a expansão da oferta, além de promover a responsabilidade social das instituições de ensino superior, respeitando a identidade institucional e a autonomia de cada organização.

“Nesta avaliação existe um protocolo baseado no instrumento de avaliação de cursos superiores do MEC. Este instrumento avalia o curso e o classifica de acordo com três dimensões: organização didático–pedagógica, corpo docente e infraestrutura. Cada dimensão apresenta um conjunto de itens, a nota obtida em cada dimensão recebe um conceito, de 1, não atende, até 5, excelente”, analisa Leila Magalhães.

Características do curso de Engenharia Química do Grupo Oswaldo Cruz

O Grupo Oswaldo Cruz traz em sua história a formação há mais de 40 anos de engenheiros químicos. O curso possibilita que o profissional tenha todas as 16 atribuições oferecidas pelo Conselho Regional de Química (CRQ) e pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

“O curso de Engenharia Química preza por manter uma parcela de seus professores com atividades profissionais na indústria, trazendo vivência prática da profissão, e outra com atividades na educação e pesquisa. Esta particularidade permite ao aluno identificar suas preferências e traçar o seu objetivo no mercado de trabalho”, descreve a coordenadora.

A formação compreende não só a Química e a Matemática, mas também a Biologia, a Física, dentre outras áreas. A graduação no curso possibilita aos egressos a atuarem nas mais diversas áreas: processos, projetos, qualidade, controle e otimização de processos, meio ambiente, ensino, pesquisa dentre outros.

“A empregabilidade do engenheiro químico é elevada por se tratar de uma profissão versátil, pois pode atuar desde o projeto, produção e controle de qualidade até a administração industrial. Os principais setores de atuação são petroquímico, celulose e papel, biocombustíveis, alimentício, tintas e vernizes, plástico, cerâmico, fertilizantes, química de base, meio ambiente, dentre outros”, analisa a professora Leila Magalhães.

  Publicado em: 06/11/2017  por: Egidio Oliveira  
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